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Boletim 47º Festival de Cinema de Gramado – 20 de agosto, terça-feira

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GRAMADO/RIO GRANDE DO SUL – BRASIL – Rodado numa pedreira durante as férias dos operários, o longa “En el Pozo”, dos irmãos uruguaios Bernardo e Rafael Antonaccio, será exibido nesta quarta por volta das 18h, logo após a mostra competitiva de curtas. O local tem cenário único e mantém uma atmosfera de suspense constante. Três amigos e o namorado da única garota do grupo vão aproveitar o dia quente de verão no lago da pedreira abandonada da cidadezinha do interior, mas a tensão chega devagar e se instala, tal uma quinta convidada.

O filme começa logo depois de “O Balido Interno”, de Éder Deó, representante de Pernambuco na mostra de Curtas Brasileiros. No filme, a vendedora Joana tem um bode como bicho de estimação, que torna-se o pivô de uma tensão entre ela e seu vizinho de barraco na feira. O balido interno provoca questionamentos ao retratar os limites da intolerância mascarados em suas diversas formas na sociedade.

Eles vieram de fora, entraram na cidade e seduziram o povo. Tentaram agradar a todos, mas ninguém entendia seus planos. A comunicação era por acenos e gestos. Aos poucos, comunidades centenárias foram retiradas do seu território para dar lugar a planos espaciais. É difícil saber o que é ficção e realidade em “Invasão Espacial”, curta de Thiago Foresti, do representante do Distrito Federal na mostra competitiva que começa depois da premiação a Mauricio de Sousa nesta quarta, às 21h.

Hebe a estrela do Brasil

Muito esperado, o longa “Hebe – a estrela do Brasil”, de Roberto Faria, será exibido logo após o curta, na Mostra Competitiva. Andrea Beltrão encarna a mais querida celebridade da história da nossa TV, uma personagem extraordinária, com dramas comuns a qualquer um de seus milhões de fãs. Entre o brilho da vida pública e a escuridão da dor privada, Hebe enfrenta preconceito, machismo, o marido ciumento, chefes poderosos e a ditadura militar.

Os sonhos premiados de Lázaro Ramos em Gramado

 Roteiros engenhosos de cinema normalmente conquistam grandes platéias pela emoção que conseguem provocar. Então imaginemos um menino baiano de 13 anos que compra um bilhete e, com ele, consegue assistir a vários filmes numa mesma sessão do Cine Arte, em Salvador. E que sonha com lugares ligados a este universo, como o Festival de Gramado. A trama ganha um corte e, eis o tal menino hoje aos 40 anos recebendo o Troféu Oscarito no 47º Festival de Cinema de Gramado.

A cena de segunda-feira à noite revirou as memórias do tal menino, hoje um nome já icônico do cinema brasileiro. “Gramado habita um lugar especial no meu imaginário. O Festival é um lugar dos meus sonhos”, dizia à tarde, na entrevista coletiva concedida no hotel Colline de France, antes de subir pela primeira vez ao palco do Palácio dos Festivais. Ele deveria ter estado naquele lugar em 2005 para receber o Kikito de Melhor Ator por “Cafundó”, mas não pode. Por isso, a premiação já especial, ganhou ainda mais significado.

À noite, demorou cerca de 30 minutos para cruzar o tapete vermelho ao lado do pai, Ivan. Acenou, abraçou e fez selfies com o público concentrado junto à Rua Coberta. Sorria, gargalhava, festejava a popularidade que hoje lhe abraça Brasil afora. Sentado na plateia, gargalhou ao se ver na tela segurando o Tchan ao lado de Carla Perez em “Cinderela Baiana”, seu primeiro filme. O olhar oscilava entre seriedade e risos. Em seguida, Troféu Oscarito nas mãos, aplaudido de pé não conteve a emoção. Reviu sua trajetória.

“Olha o Lazinho onde está. Fiquei pensando no que dizer olhando para aquele menino e que chega a Gramado que só existia nos meus sonhos de ser relevante para alguém. Então vou me dar ao direito de agradecer a quem alimentou isso, a quem me ajudou a ser”, disse, citando Karim Aïnouz, com quem fez o “Madame Satã”, Jorge Furtado, Dedé Santana – que estava na plateia – e os Trapalhões, os cineastas de Pernambuco e do Rio Grande do Sul, e Murilo Benício, que o dirigiu em “O Beijo no asfalto.”.

O repertório de Lázaro é mesmo a sétima arte e sua diversidade. Na coletiva, ao ser perguntado sobre o que o cinema brasileiro deveria falar, propondo reflexões, foi enfático, enumerando:

“‘Central do Brasil’, ‘Tropa de Elite’, ‘O ano que meus pais saíram de férias’… É isso que o cinema brasileiro tem feito. Estes são alguns filmes que têm o registro do país, do seu tempo”, disse, explicando também as suas escolhas por projetos e personagens: “Quero tentar não ser decifrado com facilidade, por isso mudo de gêneros, busco coisas diferentes. E busco falar sobre o agora, quero propôs reflexões, discutir questões”.

Dentre as tantas escolhas que fez para chegar até o Prêmio Oscarito, “Madame Satã” – preto, gay, pobre, marginalizado -, de 2002, de Karim Aïnouz, é um referencial:

“Me transformou como ator, me ensinou sobre o mundo. Até hoje, uma vez por mês falo sobre ele. O cinema transforma as pessoas e me transforma também”, afirmou.

Os encontros e os filmes dessa trajetória têm um nome também fundamental para a trajetória de Lázaro Ramos, o do diretor gaúcho Jorge Furtado com quem Lázaro diz conversar o tempo todo sobre filmes, peças, livros, a vida, o cinema, etc.

“Ele abriu meus olhos para outras possibilidades profissionais”, sintetiza.

Mas a questão sobre a representatividade negra nas telas é inevitável, como, por exemplo, a escolha de um negro como protagonista de “O homem que copiava”.

“Jorge fez uma seleção com atores de todas as etnias, me escolheu, e não mudou uma linha sequer do roteiro”. Foi um filme transformador para mim, pontua.

Mas o tema sobre preconceito racial – seja no Rio Grande do Sul ou no resto do Brasil volta.

“Esse é o nosso país. Faz parte do nosso amadurecimento reconhecer nossas feridas. O preconceito está aí, o racismo está aí. Penso que devemos estimular as pessoas pela sensibilidade, por estímulos afetivos. Minha fala pública é uma estratégia para agregar pela afetividade. Às vezes é preciso silêncio para algumas questões, saber quando se tem que ser incisivo”, disse.

E essa estratégia, de novo, se constrói com um vocabulário de cinema. Quando perguntado sobre com quais diretores gostaria de trabalhar citou Almodóvar, Fernando Meirelles, Tarantino, os Irmão Cohen, e, significativamente, os cineastas – negros – norte-americanos Ava DuVernay e Spike Lee.

É assim que o menino Lazinho vai dando forma aos seus sonhos de cinema, construindo seus afetos artísticos e familiares. A mulher Taís Araújo, com quem tem os filhos João Vicente e Maria Antônia, é uma afirmação desse amálgama em projetos como a série televisiva “Mister Brown”, a peça “O topo da montanha” e o longa “Medida Provisória”, que ele acaba de dirigir e que tem ela no elenco.

“Ser casado com alguém da mesma profissão é um desafio. No caso da gente, dá certo, somos muito felizes e dá pra se divertir também, fortalecendo nosso crescimento pelas escolhas os projetos que têm relevância e qualidade. É lindo, mas às vezes você se pega falando sobre o pagamento da escola das crianças antes de entrar em cena”, gargalha.

É com essa coleção de sorrisos, memórias – que ele diz ser prodigiosa – e de escolhas que Lázaro Ramos esteve, de forma inaugural, no palco do Festival de Cinema de Gramado vestindo terno preto e camisa multicolorida com motivos afros. Então, disse que amava “muito, muito, muito” o pai Ivan, que assistia a tudo na plateia, e falou aquilo que, significativamente, achava que devia falar:

“Quero dedicar este prêmio à dona Ruth de Souza, que vai fazer muita falta. Ela trouxe inspiração para este menino preto que não sabia que podia sonhar e agora sonha e espera poder fazer outras pessoas sonharem. Vamos olhar para nossa diversidade, aplaudir e celebrar ela sempre. Por que é isso é o Brasil”.

Mauricio de Sousa é homenageado e Turma da Mônica abre a Mostra Infantil

O filme “Turma da Mônica – Laços” e o criador dos personagens, Mauricio de Sousa, abrem a Mostra Infantil nesta quarta-feira, às 9h30min, no Palácio dos Festivais. À noite o desenhista recebe o Troféu Cidade de Gramado pelo conjunto da obra que encanta gerações de amantes de Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e outros tantos personagens criados em 60 anos de criação.

“Turma da Mônica – Laços”, dirigido por Daniel Rezende, é o primeiro filme da Turma da Mônica com atores vivendo os personagens Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão. Na trama ele reforçam seus laços de amizade numa aventura para esclarecer o desaparecimento do Floquinho, o cão do Cebolinha. A exibição fortalece a homenagem do Festival de Gramado ao criador dos personagens que encantam gerações há décadas.

O Troféu Cidade de Gramado será entregue ao desenhista, cartunista, criador, roteirista, produtor, diretor e, sobretudo, o pai da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa. A homenagem festeja uma trajetória que começou no final dos anos 1950, quando Mauricio trocou o posto de repórter policial pelo de cartunista e convenceu um editor da Folha de São Paulo – na época Folha da Manhã – a publicar uma tirinha semanal protagonizada por um cachorrinho azul. Este ano Bidu, o precursor da turma enorme de personagens e histórias que fazem parte do imaginário de adultos e crianças no Brasil, completa 60 anos. A homenagem inclui a exibição em vários locais de Gramado do filme “Turma da Mônica: Laços”, que acaba de ser lançado.

A coletiva de imprensa de Mauricio de Sousa acontece às 15h desta quarta no Museu do Festival de Cinema.

GFM tem debate com diretor da ANCINE

O Gramado Film Market segue sua programação nesta quarta-feira debatendo contextos sobre a produção audiovisual brasileira e outras estratégias de produção e contextos do mercado audiovisual.

Os painéis começam às 10h, com a presença do diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema – Ancine, Christian de Castro, que faz uma análise da conjuntura da indústria do cinema brasileiro e seus desafios.

Às 11h, Otávio Soares, que é diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira das Over-The-Top´s, falará sobre Blockhain no audiovisual. Na sequência o tema é animação, com Bruno Mask trazendo sua experiência de 14 anos no gênero, e Rui Okasuko, sócio de Mask na Mono Animation.

Nome ligado a grandes produções o cinema brasileiro como “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”, “Última Parada 174”, “VIPs”, “Tropa de Elite” e “Tropa de Elite 2: o Inimigo Agora É Outro” e atualmente roteirista de projetos para a Rede Globo, Bráulio Mantovani falará sobre a criação audiovisual às 15h e, às 16h, que é pesquisadora e trabalha na Globosat, fala sobre o Consumo de streaming e traz uma pesquisa recente com números sobre público, mercado e alternativas para a produção de conteúdos para o setor.

HBO Latino vai de Muralla

A equipe do boliviano Muralla, exibido ontem na mostra competitiva de Longas Estrangeiros, está comemorando o anúncio feito esta manhã pelo CEO da Habanero Film Sales, representante do filme. A película de Gory Patiño acaba de ser comprado pela HBO Latino e, a partir de setembro, a Argentina também poderá ver a película, que fala do grave problema do tráfico de pessoas, nas salas de cinema de todo o país. A Habanero está trabalhando para fechar a distribuição no Brasil.

“Zoravia, o filme” na Sessão Especial desta quarta

Produção dedicada à vida e obra da artista plástica Zorávia Bettiol, o longa “Zoravia”, do diretor Henrique de Freitas Lima, será exibido nesta quarta-feira, às 14h, no Teatro Elisabeth Roselfeld. O diretor e a atriz acompanhará a sessão.

O filme foi rodado em Porto Alegre e São Paulo, cidades em que a artista desenvolveu suas atividades e tem participação do crítico de arte Jacob Klintowitz e a gravadora Maria Bonomi, e uma legião de gaúchos, todos vinculados a trajetória da homenageada, entre eles Lícia Peres e o diretor e dramaturgo Ronald Radde, já falecidos, e artistas em plena atividade como André Venzon, Maria Ines Rodrigues e Rosane Morais.

O escritor Luis Fernando Verissimo, amigo da artista, também participa da produção, que inclui também a faceta militante de Zoravia na voz dos companheiros de luta da Agapam – Associação Gaúcha de Proteção ao Meio Ambiente.

Outra sessões especiais do dia são “Cara sucia, con la magia de la naturaleza”, produção argentina de Gaston Gularte que mistura atores e animação, será exibida às 15h30min, também no Teatro Elisabeth Rosenfeld; no hotel Wydhan Gramado, às 15h e às 19h, segue a exibição da série “Lupita – No planeta de gente grande”

Parceria incentiva produção de audiovisual com prêmio

Amanhã, dia 21, durante o Gramado Film Market, braço do festival voltado ao mercado audiovisual, o diretor geral dos canais Prime, Travel e FashionTV, Ramiro Azevedo, conduzirá o Prêmio Travel Box Brazil de Licenciamento. A ação faz parte do acordo firmado entre o Festival de Cinema de Gramado e a Box Brazil, programadora independente de canais de TV por assinatura.

A premiação, no valor de R$ 6 mil, vai para um dos longas-metragens sobre turismo. Há ainda o Prêmio Tecna em serviços de infraestrutura dos laboratórios de pós-produção de imagem e som, voltado para as categorias clipes e musicais; projetos piloto de série, longa e curta-metragem; e games.

Representando os quatro canais da Box Brazil, Azevedo também marcará presença em rodadas de negócios promovidas pelo Gramado Film Market.

Tapete Vermelho

A simpatia e o carisma de Lázaro Ramos e Bruna Marquezine fizeram a alegria dos fãs que os esperavam na Rua Coberta na noite de segunda-feira, quando Lázaro foi homenageado pelo Festival com o Troféu Oscarito e Bruna teve seu primeiro longa, “Vou Nadar até Você”, exibido. Ambos fizeram questão de atender aos pedidos de fotos ao longo de todo o tapete vermelho. O ator estava acompanhado do pai, Ivan, e Bruna atravessou o tapete com a equipe do filme, sob o olhar zeloso dos pais Neide e Telmo.

Rubens Ewald Filho

Será inaugurada hoje, terça, às 17h, a sala Rubens Ewald Filho no Museu do Festival de Cinema de Gramado. O espaço homenageia o curador do Festival, morto em junho, e terá uma exposição de fotos e programação contínua durante todo o ano.

Em Gramado 

As estrelas seguem chegando ao Festival, confira a lista: Maurício Farias e Andrea Beltrão, diretor e atriz de “Hebe”, Claudia Alencar, André Azevedo e Diego Andrade, atriz e diretores de “30 anos blues”. Do elenco de “Veneza”, chegam a Gramado os atores Dira Paes, Danielle Winits, Carlos Eduardo de Andrade, Caio Manhente e o diretor do filme, Miguel Falabella.

Programação do dia 21 de agosto, quarta-feira

9h | Teatro Elisabeth Rosenfeld | Reprise

Longa-Metragem Estrangeiro | El despertar de las hormigas (Costa Rica), de Antonella Sudasassi Furnis | 94′

Longa-Metragem Brasileiro | Pacarrete (CE), de Allan Deberton | 97’42”

9h30 | Palácio dos Festivais | Mostra Infantil

Turma da Mônica: Laços (SP), de Daniel Rezende | 96′ ** Sessão com bate-papo

10h | Hotel Serra Azul | Conexões Gramado Film Market

Painés, Workshops e Reuniões de Negócios

10h30 | Hotel Serra Azul | Debates

Debate dos filmes concorrentes exibidos na noite anterior

13h30 | Palácio dos Festivais | Mostra Competitiva de Longas-Metragens Gaúchos

Raia 4 (RS), de Emiliano Cunha | 95’13” 

14h | Teatro Elisabeth Rosenfeld | Sessão Especial

Zoravia, de Henrique de Freitas Lima | 52’é

14h | EMEF Senador Salgado Filho | Cinema nos Bairros

Turma da Mônica – Laços | Daniel Rezende, 96’

15h | Wyndham Gramado | Sessão Especial

Lupita – No planeta de gente grande (Programa 1 – episódios I, II, III e IV), de Estêvão Queiroga, Glaubert Oliveira e Humberto Rodrigues | 28’

15h30 | Teatro Elisabeth Rosenfeld | Sessão Especial

Cara Sucia, con la Magia de la Naturaleza, de Gastón Gularte | 95’

16h | Hotel Serra Azul | Debates

Debate do filme exibido na Mostra Competitiva de Longas-Metragens Gaúchos 

18h | Palácio dos Festivais | Mostra competitiva

Curta-Metragem Brasileiro | O balido interno (PE), de Eder Deó | 15′

Longa-Metragem Estrangeiro | En el pozo (Uruguai), de Bernardo e Rafael Antonaccio | 82′28″

19h | Wyndham Gramado | Sessão Especial

Lupita – No planeta de gente grande (Programa 2 – episódios V, VI, VII e VIII), de Estêvão Queiroga, Glaubert Oliveira e Humberto Rodrigues | 28’

20h30 | Palácio dos Festivais | Homenagem

TROFÉU CIDADE DE GRAMADO – Mauricio de Sousa

21h | Palácio dos Festivais | Mostra competitiva

Curta-Metragem Brasileiro | Invasão espacial (DF), de Thiago Foresti | 14’29”

Longa-Metragem Brasileiro | Hebe – A estrela do Brasil (SP), de Maurício Farias | 112′

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e Gramado Parks apresentam o 47º Festival de Cinema de Gramado.
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