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As dez maiores praças do mundo

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JOINVILLE/SANTA CATARINA – BRASILEspaços arejados e amplos em pleno centro urbano, as maiores praças do mundo ficam em cidades pouco conhecidas pelo turista brasileiro.Boa parte delas não fica em destinos turísticos, e por isso a CIVITATIS, empresa líder na distribuição online de atividades, visitas guiadas e excursões em português e espanhol ao redor do mundo, elaborou esta lista das dez maiores praças do mundo. Um pequeno spoiler: uma delas fica no Brasil! (Foto: Flavio Cavalera)

  1. Praça Xinghai, em Dalian, China – A cidade de Dalian, na China, sedia a maior praça do mundo, com 1,76 mi de m2 .
  2. Times Square, em Daqing, China

A Times Square de Nova York é (de longe) mais famosa, mas a chinesa Times Square é a maior do

Mundo, com 1,4 milhão de m2 .

  1. Praça Merdeka, em Jacarta, Indonésia

Além de ser a terceira maior do mundo, a Praça Merdeka de Jacarta também é uma das mais bonitas desta lista. Está rodeada por belos edifícios como o Palácio Merdeka, e no seu centro fica o Monumento Nacional.

  1. PRAÇA DOS GIRASSÓIS, EM PALMAS – TOCANTINS, BRASIL

Foto: João di Pietro

De formato quadrangular, a Praça dos Girassóis mede 570 mil m2e possui um interessante complexo de esculturas e monumentos, incluindo uma obra do arquiteto Oscar Niemeyer. Ao seu redor, estão as sedes dos Três Poderes do Estado do Tocantins.

  1. Parque Rizal, em Manila, Filipinas

No coração de Manila e no meio de um belo parque está a Luneta, nome pelo qual a praça do Parque Rizal é popularmente conhecida. Luneta foi palco de revoluções, execuções e da Declaração de Independência das Filipinas.

  1. Praça Huacheng, em Guangzhou, China

A cidade de Cantão, também chamada de Guangzhou abriga a sexta maior praça do mundo e a terceira maior da China, também conhecida como Praça da Cidade das 566.560m2 , e por fazer parte da história da cidadedas Flores.

  1. Praça da Paz Celestial, em Pequim, China – A Praça da Paz Celestial, ou Praça Tiananmen, é sem dúvida a mais famosa da lista e um símbolo da história da República Popular da China. O local foi palco da revolta estudantil de 1989 e do funeral de Mao ZeDung, sendo também um dos pontos turísticos mais importantes de Pequim.
  2. Macroplaza, em Monterrey, México

É a maior praça do México. Mede 400 mil m2 ,localizada na cidade mexicana de Monterrey, capital do estado de Nuevo León. Ao redor dela, ficam os principais museus de Monterrey, como o Museu Metropolitano e o Museu de Arte Contemporânea (MARCO).

  1. Porta da Índia, em Nova Déli, Índia

A Porta da Índia dá nome a esta praça, que foi construída em homenagem aos que caíram na Primeira Guerra Mundial e abriga a Amar JawanJyoti (“chama do guerreiro imortal”), chama que arde constantemente em homenagem aos soldados falecidos. Mede 306.600 m2

  1. Círculo Memorial de Quezon, em Quezon City, Filipinas

É o Círculo Memorial de Quezon, complexo com parque, praça e santuário que ocupa 271.139 m2.

O lago da esperança

Abadiânia aposta no turismo no entorno do Corumbá IV para a recuperação da economia local. Lago Corumbá IV está se tornando, cada vez mais, um destino relevante de lazer e ecoturismo no Centro-Oeste brasileiro. Com a crise em sua rota religiosa, moradores esperam que o turismo gere um novo ciclo de desenvolvimento para a cidade

Um em cada dez empregos no mundo são gerados pelo turismo, diz o Ministério do Turismo. Um dos passeios mais escolhidos pelos adeptos do ecoturismo é o Brasil que, com sua diversidade natural, se consagra como um destino internacional importante, embora exista espaço para crescer ainda mais, segundo os especialistas. O Estudo da Demanda Turística Internacional revela que das pessoas que visitaram o Brasil no ano de 2018 com motivação de lazer, aproximadamente 17% correspondem ao Ecoturismo e Turismo de Aventura.

Essa é a nova âncora de Abadiânia, cidade com pouco mais de 20 mil habitantes, a 105 quilômetros de Goiânia e a 140 de Brasília. Nos últimos 40 anos, até o final de 2018, sua economia foi baseada no turismo religioso. O município, que era rota mundial de peregrinos em busca de tratamento espiritual promovidos pelo médium João de Deus, viu sua economia arrefecer após a prisão do líder mundialmente conhecido.

No passado, cerca de 90 a 95% dos turistas tinham motivações religiosas. A cidade chegava a receber um fluxo de até quatro mil fiéis semanalmente, em visita à Casa Dom Inácio de Loyola. Hoje, os registros não contabilizam 150 pessoas. Conforme constatação do prefeito José Diniz, a queda no número de visitantes representou para a cidade o fechamento de dois mil postos de trabalho, relegando cerca de 10% da população ao desemprego.

Por outro lado, a estruturação, em 2006, da Usina Hidrelétrica Corumbá IV, trouxe uma nova perspectiva para o município. Com a formação do lago para o reservatório, com 173km², a cidade acabou ganhando um novo atrativo, que agora passa a ser sua menina dos olhos. Do total, 27,39 km² da área alagada está em Abadiânia. O lago Corumbá IV permite, além dos passeios de barco e lancha, a realização de uma série de esportes náuticos e aquáticos como canoagem, caiaque, standuppaddle, wakebord, jetski, mergulho, pescaria entre outros.

“Atualmente, nosso objetivo é depositar as energias para explorar as potencialidades do Lago Corumbá IV e consolidar o ecoturismo na cidade porque acreditamos que ele trará novas oportunidades de trabalho e renda para a população”, diz o prefeito. O município já pavimentou quase a totalidade da Rodovia GO-474 que liga a cidade ao lago. Dos 23 quilômetros, 19 já estão prontos. O restante está em obras pelo governo estadual.

Parcerias

Outra estratégia da prefeitura são as parcerias com setor privado para o desenvolvimento da região. Um dos projetos que está sendo preparado é o Escarpas Eco Parque, o primeiro com o conceito de ecoturismo no Lago Corumbá IV. A área, onde está sendo desenvolvido o complexo pela Tropical Urbanismo e a FERROESTE, tem cerca de 1 milhão de metros quadrados. Ela está inserida em uma propriedade maior do grupo com 11 milhões de metros quadrados, sendo aproximadamente 10 mil metros lineares banhados pelo lago e por suas cascatas, corredeiras, piscinas naturais e a vasta riqueza do Cerrado Brasileiro.

Neste verdadeiro oásis natural, os empreendedores preparam espaços para experiências de eco-aventura, clube, marina com operador especializado e um condomínio ecológico fechado. O projeto promete transformar a cidade no novo destino de aventura e lazer do eixo Goiânia-Brasília, uma região que congrega uma população de mais de seis milhões de habitantes, ávidos por lazer, descanso e diversão nas horas vagas.

“A Tropical Urbanismo tem como tradição a sua preocupação em desenvolver projetos que contemplem a questão ambiental. Nesta nova proposta, pretendemos valorizar ainda mais a área marcada pelas suas belezas naturais, oferecendo a infra-estrutura necessária para transformá-la no novo roteiro de turismo de lazer e de casas de veraneio para todo Centro-Oeste brasileiro”, vislumbra Leandro Daher, diretor da empresa.

Navegação e pescaria

Os apreciadores da navegação e pescaria ganharão o respaldo da instalação da marina, com serviço completo de ancoragem, resgate de embarcações, limpeza e manutenção das lanchas. Para os eco-exploradores, o empreendimento oferece mais de 10 quilômetros de trilhas que conduzem à tirolesa, à estação de arvorismo e a um mirante com uma paisagem exuberante.

Um completo clube, onde estão sendo investidos em torno de R$15 milhões, contará com restaurante assinado por chef, parque aquático infantil Eco-boom, balanço infinito, quadras de esporte, lounge gourmet e bar temático. Além da instalação de um mall de conveniências para facilitar as aquisições de última hora.

O empreendimento também está sendo preparado para receber investimentos de uma referenciada rede hoteleira, permitindo ampliar o acesso de turistas às belezas e toda a diversidade presente no Cerrado goiano.

À frente do paisagismo do Escarpas Eco Parque está o consultor em biodiversidade nativa e arqueologia botânica para restauro da paisagem natural, o botânico Rodrigo Cardim, conhecido nacionalmente como Dr. Árvore. Está em suas mãos a destinação de mais de 20 mil mudas que integrarão o Cerrado Nativo presente na região: elas formarão um bosque frutífero para compor o fundo dos lotes do condomínio horizontal.

Conforme explica o gestor comercial do Escarpas Eco Parque, Lucas Rodrigues, diretor também da Imob-Share, empresa especializada em segunda moradia, o projeto atende uma mega-tendência identificada no turismo atual, que é a busca pela experiência e a preocupação com a sustentabilidade – segundo constatou pesquisa do Booking. “Nossa intenção é criar uma experiência que liga a eco-aventura, o esporte aquático, a preservação ambiental e o turismo de aventura e lazer”, pontua.

A implantação da primeira fase do Eco Parque deverá receber cerca de 500 terrenos para casas de veraneio e um público estimado em 2000 pessoas, além de clube e espaço para atividades de eco-aventura. Os lotes escarpados permitem vistas singulares, ora do lago, ora da mata nativa que circunda o empreendimento.

“Haverá vagas de emprego para a etapa de obras do complexo e da construção das casas por seus proprietários. Posteriormente, a demanda virá para a manutenção das residências e na operação do empreendimento”, afirma Rodrigues. Empregos diretos e indiretos podem chegar a 5000 no total somente na fase de obras.

Empresários locais migram de atividade

Abadiânia ocupa a 87ª posição no ranking do Produto Interno Bruno (PIB) em Goiás de 2017, e vinha crescendo ao longo dos anos. Em 2018, anterior à denúncia envolvendo o líder espiritual, os negócios locais geraram R$ 2,5 milhões, hoje não passam de R$1,6 milhão.

Um dos setores que mais sofreram com a crise, os moradores já estão mirando nas oportunidades abertas pela movimentação turística no entorno do lago, o que inclui as iniciativas do mercado imobiliário. “Temos visto empresários locais mudarem de área para investirem no comércio de materiais de construção e aluguel de maquinários. Bem como, o interesse de pessoas em se qualificarem para empregarem a mão de obra nos projetos que estão aterrisando na cidade. A transformação da orla do lago em um reduto de lazer e turismo nos permite vislumbrar uma mudança de página na história do município, onde seremos lembrados pelas nossas belezas naturais e pelo acolhimento de nosso povo”, analisa o prefeito José Diniz.

Efeitos positivos do Turismo

Uma amostra dos efeitos positivos do turismo já é percebida pelos moradores do distrito de Vila Piauí, que fica a 7 quilômetros do lago de Corumbá IV. A região passou a abrigar algumas empresas como padaria e material de construção, que antes não existiam, com objetivo de atender a demanda advinda do aumento do número de pessoas que buscam lazer na região.

Abadiânia também integra o Mapa do Turismo Brasileiro, foi contemplada pelo Programa Mais Turismo, lançado em março pelo Governo de Goiás. A expectativa é que outros investimentos públicos cheguem para desenvolver ainda mais o turismo local.crise foi artesanato. Empresas que atuam na área reduziram o faturamento em 83%. 

Fenavinho na Taça


Vinho da Corte está em produção com previsão de lançamento para 2021.
Processo de elaboração do Vinho da Corte – Crédito Gilmar Gomes

Lote com 300 garrafas traz a personalidade das soberanas da 17ª edição, Bárbara Bortolini, Ana Paula Pastorello e Sandi Marina Corso. Da colheita das uvas nas videiras até o momento do amadurecimento nas barricas de carvalho para ser engarrafado, o vinho passa por um complexo processo de elaboração, repleto de escolhas que definirão sua personalidade – e criarão uma experiência única de degustação ao abrir cada garrafa. Esse ritual particular é, também, o que torna exclusivo o Vinho da Corte da 17ª / FENAVINHO.

Série Especial limitada

A Série Especial, com lote limitado de 300 garrafas, tem o toque das soberanas eleitas em 2018 para representar a Festa Nacional do Vinho: a Imperatriz, Bárbara Bortolini, e as Damas de Honra, Ana Paula PASTORELLO e Sandi Marina Corso. Juntas, elas são responsáveis por personalizar o vinho, que está em fase avançada de produção e deve ser lançado em 2021.

O ‘Vinho da Corte’ terá 80% da base de Merlot, ficando a critério das soberanas mensurar a combinação com outras variedades – resultando em uma bebida que carregará a identidade do trio. Desde o início deste ano, as soberanas vêm acompanhando todo o passo a passo – da colheita da uva ao envase, passando ainda por etapas como o desengace, a definição do corte e o tempo de barrica, em um circuito de atividades que iniciaram na vindima deste ano.

“O objetivo desse projeto é justamente valorizar toda a cadeia produtiva da uva e enaltecer os vinhos de Bento Gonçalves, que são excelentíssimos”, explica Bárbara Bortolini, Imperatriz da 17ª FENAVINHO.

Todo o processo de produção do ‘Vinho da Corte’ dará origem a um documentário, contando os bastidores da ação. No vídeo, as soberanas detalham cada etapa e explicam como o vinho foi produzido – enriquecendo o conhecimento dos enófilos. O material será lançado em 2021 – quando os rótulos do ‘Vinho da Corte’ serão leiloados.


Crédito: Gilmar Gomes 

Edição confirmada 

A 17ª edição da FENAVINHO está prevista para ocorrer entre os dias 3 e 13 de junho de 2021, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves. Lá, o público poderá conferir as atrações da Vila Típica (que ocorre de forma conjunta com a 30ª EXPOBENTO).

Ao longo dos 11 dias de festa, haverá programação de shows, ofertas de compras e experiências eno-gastronômicas – um verdadeiro espaço de encontro e convívio unitário para enaltecer os costumes e as tradições dos imigrantes italianos.

A proposta do espaço é reproduzir os cenários do início do século 20, concentrando as mais respeitadas vinícolas brasileiras e reunindo a farta e saborosa gastronomia típica.

ESCREVE: Jornalista – NELCI TEREZINHA SEIBEL
JOINVILLE/SANTA CATARINA – BRASIL
Membro da Academia Joinvilense de Letras e
da Academia de Letras e Artes de São Francisco do Sul
Fone: 47 3425-4090 – 47 9631-0521
[email protected]